Casaria, me mudaria de cidade, assumiria filhos já existentes e faria outros.
Pararia de fumar e de beber.
Trocaria minha moto por uma mini van com adesivo de família feliz.
Deixaria de apenas arrumar dinheiro, para arrumar um emprego digno e correto aos olhos da sociedade. Terno e gravata puxando o saco do chefe.
Jamais voltaria a tatuar, marcar meu corpo com desenhos sem sentido.
Deixaria de ser eu mesmo.
Mentira seria a minha causa morte.
Maquina de barulho dolorido, agulhas, tinta, arte....
Começar uma nova faculdade. Psicologia talvez. Entender os pensamentos, personalidades, jeito e desjeitos. Musica, não descarto. Com a inabilidade musical para cantar e tocar viveria curtindo samba e ajudando os verdadeiros colocarem nos ouvidos simples de todo sambista uma razão para sorrir até no dia do pagamento.
A mulher que me desarruma, que briga comigo por que tomei a ultima cerveja da geladeira e só de raiva abre o whisk que tava guardando pro dia de natal.
Sair sozinho montado na moto numa manhã ensolarada de sábado sem destino, eu no piloto e Deus no comando.
Sentar no alto de um morro e acender um cigarro, renovar a fé
Serei eu, apenas eu acompanhado de quem me quer bem, apenas quem me quer bem.
Felicidade seria minha vida.
Minha morte....indefinida.
Que assim seja e assim será.
Pararia de fumar e de beber.
Trocaria minha moto por uma mini van com adesivo de família feliz.
Deixaria de apenas arrumar dinheiro, para arrumar um emprego digno e correto aos olhos da sociedade. Terno e gravata puxando o saco do chefe.
Jamais voltaria a tatuar, marcar meu corpo com desenhos sem sentido.
Deixaria de ser eu mesmo.
Mentira seria a minha causa morte.
Maquina de barulho dolorido, agulhas, tinta, arte....
Começar uma nova faculdade. Psicologia talvez. Entender os pensamentos, personalidades, jeito e desjeitos. Musica, não descarto. Com a inabilidade musical para cantar e tocar viveria curtindo samba e ajudando os verdadeiros colocarem nos ouvidos simples de todo sambista uma razão para sorrir até no dia do pagamento.
A mulher que me desarruma, que briga comigo por que tomei a ultima cerveja da geladeira e só de raiva abre o whisk que tava guardando pro dia de natal.
Sair sozinho montado na moto numa manhã ensolarada de sábado sem destino, eu no piloto e Deus no comando.
Sentar no alto de um morro e acender um cigarro, renovar a fé
Serei eu, apenas eu acompanhado de quem me quer bem, apenas quem me quer bem.
Felicidade seria minha vida.
Minha morte....indefinida.
Que assim seja e assim será.
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