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domingo, 25 de novembro de 2012

Essa é pra você

Essa é pra você, que recusou minha presença,
Espero de coração que essa balada seja boa
Por que quando me ligar não vai me achar.
Ainda não sei domar meu coração,
E espero nunca aprender, quero sempre ser
Esse nobre poeta cheio de amor e ruim com as palavras.
Se for preciso apanhar de mais mil mulheres
Para não ser confundido com qualquer um,
Que assim seja.
Se for preciso chorar mais mil sábados em frente a TV,
Para não ser confundido com os caras da balada
Que assim seja.
Não sei daquela do Seu Jorge,
Mas a minha não já não inspira meu samba.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Mais uma

Chega uma hora que a solidão te empurra em um abismo de incertezas onde a vontade de se manter em pé não consegue superar a negatividade que domina os pensamentos.
 Água salgada que costuma escorrer dos olhos, mas que somente nestes momentos elas escorrem para dentro.
O pior da solidão é que você tem uma vontade insana de fazer merda, mesmo sabendo que é merda.
Queria muito alguém olhando pra mim e dizendo que estou errado, tirasse a garrafa da minha mão e me desse um abraço.
Eu odeio sentir isso.

domingo, 4 de novembro de 2012

Onde deixei?

Cadê você,
Cadê a paciência,
Cadê o amor,
Cadê a vodka?
Onde coloquei a porra dos meus cigarros,
A minha inspiração
E a minha raiva?
Onde deixei a paixão?
Nunca mais a vi,
Nunca mais a li,
Nunca mais a escrevi.
Desligaram o som ou eu quem deixou de ouvir?
Apagaram a luz,
Certeza,
Dessa vez meus olhos estavam abertos.
Só esta noite já foram três,
Todos sem saber
Onde está você.