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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Mau ai

Mau ai se meu modo de amar não é compatível com o seu, mas a vida me forjou um desacreditado depois de tantas pedradas no meio do peito. Cai e levantei, me equilibrando num copo cheio de vodka inundando qualquer sentimento “baixista”, transformando a dor em sorrisos falsos afastando a iminente depressão.
Fico querendo saber onde isso iria dar, mas ao tempo em que estou mais perdido que filho de puta em dia dos pais, fico sem saber qual direção investir minhas vontades, vontade de ser alguém, um alguém que superou cada depressão e cada momento ruim, me fazendo assim, esse homem duro por fora, que sempre chora por dentro, um guerreiro que trocou a espada pelo revolver, pois só com o clarão da pólvora estourando no tambor iluminaria a escuridão que me envolve.
À bala, sei lá onde vai acertar!
Quando ouvir seu grito de dor pedindo socorro eu vou correr em sua direção, mas prometa que quando acabar minha munição e eu não tiver mais pólvora para iluminar minhas sombras venha correndo com uma lanterna na mão.
Amor. Eu já não sinto há algum tempo aquela coisa que me faz perder o sono no meio da noite e que me acordar antes do despertador com sorriso aberto para enfrentar um dia inteiro só na esperança de que vou te ver no final do dia. Durmo feito um urso no inverno, acordo com raiva do despertador de mau humor e já irritado com o patrão, mas ainda assim seguro minha onda só para te ver no final do dia, te dar um abraço e ver seus olhos reconstruindo minha esperança.
Se ainda não da para ser assim, é assim que eu quero que seja.
E ASSIM SERÁ.

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